Monthly Archives: Novembro 2009

Hércules vs Pedregulho

Já viram, em filmes, o colossal e lendário Hércules, herói da mitologia grega, a fazer proezas que deixam qualquer mortal boquiaberto. Esta aventura que vos proponho relata uma dessas proezas, onde hércules tenta levar um enorme pedregulho, desde o sopé, até ao topo de uma montanha.

Ora bem, após um início prometedor o grande Hércules está num impasse. Apesar de exercer o máximo da sua força sobre o pedregulho este teima em não subir, e mantém-se imóvel.

Poderemos então recorrer à Física para explicar este equilíbrio de forças. Para isso temos que representar a força que Hércules exerce no pedregulho (vermelho), a força gravítica (força que a Terra exerce no pedregulho, a azul) e as suas componentes da direcção do xx e yy e a força que o solo exerce no pedregulho (Força normal, a verde).

Enquanto a força que o Hércules exerce no pedregulho se mantiver igual à componente da força gravítica no xx, e a força normal igual à componente da força gravítica no yy existirá o impasse.

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As Forças Fundamentais da Natureza

 

Porsche 911 Carrera

Esta tabela foi retirada do site da Porsche Portugal. Normalmente é com este aspecto que as marcas divulgam as características dos seus carros. No entanto isto pode causar alguma confusão quando  relacionado com as nossas aprendizagens na disciplina de Ciências Físico-Químicas. Já aprendemos que a aceleração média quantifica a variação da velocidade num determinado intervalo de tempo, e que a unidade de aceleração é comprimento/tempo2 (por ex. m/s2; km/h2, etc). Mas, ao analisar os dados na tabela deparamo-nos com uma aceleração média apresentada, por exemplo, da seguinte forma: o carro demora 4,9 s dos 0 aos 100 km/h. Convém perceber que esta apresentação se faz por questões sociais, pois é mais fácil para as pessoas saberem qual o intervalo de tempo que o carro demora a variar a sua velocidade dos 0 aos 100 km/h, do que dizer que a sua aceleração média é 5,7 m/s2.

ver site: http://www.porsche.com/portugal/

 

 

A travagem

Um automobilista desloca-se no seu automóvel, numa estrada rectilínea e estreita. Em determinado instante, apercebe-se da existência de um obstáculo na estrada e tenta a todo o custo evitar a colisão. A velocidade do automóvel nesse processo variou de acordo com o Gráfico 1, no qual se faz corresponder o início da contagem dos tempos ao momento em que o automobilista avista o obstáculo:

travagem

Gráfico1

  1. Tendo em conta os valores indicados no gráfico, qual foi o tempo de reacção do automobilista?
  2. A distância de travagem depende de vários factores. Um dos mais importantes é, no entanto, o atrito. A natureza do piso influencia a força de atrito que interactua entre as rodas e a superfície. O Gráfico 2 mostra a distância que, consoante o piso, o automóvel necessitaria para travar:

travagem1Gráfico 2

Tendo em conta os dados dos gráficos identifique o piso em circulava o               automóvel.

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A falsa partida e a pedra no sapato

Numa corrida uma atleta fez falsa partida e, durante a corrida, foi obrigada a parar devido a uma pedra que tinha no interior do sapato.

grafico_9_a

Qual foi a atleta? Expliquem, através da análise do gráfico, os factos descritos anteriormente.