Monthly Archives: Dezembro 2009

Tubarão

Os tubarões revelam alguns segredos sobre a forma como se movem na água. Quando olhamos para a sua pele à vista desarmada, e até mesmo com lupas, vimos uma superfície lisa. Mas se continuarmos a ampliar com microscópios, de maior resolução, deparamo-nos com isto:

créditos da imagem: ver aqui

O comprimento 500 μm é igual a 0,000500 m. A imagem ampliada revela uma superfície constituída por camadas, que por sua vez são onduladas. Esta e outras descobertas já resultaram em desenvolvimento de tecnologia em benefício do Homem. Um bom exemplo desse desenvolvimento são os fatos que os nadadores de alta competição utilizam para melhorar os tempos que, até à data, eram recordes mundiais.

crédito da imagem: ver aqui (Photo/Kathy Willens)

Mas a inspiração não fica por aqui. Uma empresa, a SkinzWraps, está a desenvolver um revestimento para os automóveis que, segundo os mesmos, permite um aumento da sua eficiência. Ver aqui

Não é só a forma semelhante a um torpedo e as barbatanas que permitem aos tubarões adquirir grande velocidade quando atacam as suas presas. Existiam, também, micro-segredos que permitem potenciar a locomoção, e agora, depois de descobertos, estão à nossa disposição.

Atrito: Cuidado, a Física experimental tem limites.

Quem não tem cão caça com gato

O referencial Inercial

Em qual das situações o carrinho pode ser considerado um Referencial Inercial?

Para conseguires responder deves analisar as cruzes nas quadrículas, e  inferir em que situação o carrinho está de acordo com a lei da Inércia.

Queda amortecida

Vejam com atenção

http://www.youtube.com/watch?v=-W2mJpXEPf8

Os esquilos caem porque a Terra exerce atracção sobre eles (Força Gravítica). Mas o ar também interage com os esquilos através de uma acção que se denomina força de atrito viscoso. Esta acção depende do ar, da velocidade do corpo e também da área de contacto. Por isso, quando a espertalhona da esquila abre “a pele”, também está a aumentar a área que interage com o ar e a acção resistente aumenta. Esta atitude implicou uma diminuição drástica da velocidade que possuía até esse instante. Vemos, então, pelo filme que ela se atrasa em relação ao esquilo!

Podemos desenhar um gráfico velocidade em função do tempo para o esquila e o seu aspecto será:

Entre t0 e t1 a velocidade aumenta a tender para um valor constante. Depois entre t1 e t2 o valor da velocidade mantém-se constante, diz-se que a esquila atingiu a velocidade terminal. No instante t2 abriu a pele e a sua velocidade diminuiu para um valor muito menor. Em t3 atingiu um valor de velocidade suficientemente pequeno e constante que lhe permite uma aterragem suave e sem perigo.

E o esquilo? Pois, não tem pele de sobra! Por isso a sua velocidade aumenta até atingir a velocidade terminal. Será este o valor com que ele chega à base do precipício.

Moral da história: As mulheres fazem-nos cometer loucuras e podemos magoar-nos.

Podemos pensar num movimento parecido com o da esquila. A queda do pára quedista.

Se quiserem muito … conseguem!

Tentativa para determinar a aceleração de um balão

Como sabem a nossa aula experimental de ontem correu mal no 1º turno. No 2º turno foi completamente diferente, porque quis preservar o único balão que ainda restava, apesar do enorme buraco que tinha, e os alunos quiseram aprender. Perante isto pedi ao Pedro Charneca para me ajudar, e foi assim que consegui os resultados que esperava.

Esquema da experiência

Vejam agora o desempenho do Pedro

Foi divertido!