Monthly Archives: Janeiro 2010

A prova da existência das Ondas Electromagnéticas e, que estas se podiam propagar no ar – A Experiência de Hertz

Anúncios

Um acidente impossível

Uma camioneta despistou-se e chocou contra uma árvore. A figura pretende representar o sucedido imediatamente após o choque.

Explica num texto, recorrendo a conceitos físicos, as alterações que se deveriam fazer na figura para esta se aproximar da realidade.

A Montanha Russa

Nos parques de diversões existe uma rainha da adrenalina – a montanha russa. É constituída por um conjunto de carruagens que acomodam em segurança os passageiros. No início um sistema mecânico eleva as carruagens até ao ponto mais alto. O conjunto com os passageiros adquire então energia potencial gravítica. Quando se destrava o conjunto de carruagens a energia potencial gravítica acumulada é convertida em energia cinética, e esta adquire o valor máximo no ponto mais próximo do chão.

A partir desta posição ocorre novamente conversão de energia, mas agora é a energia cinética que é convertida em energia potencial gravítica. Após uma volta completa, saem os foliões e entram outros, de tal forma que o processo se repete novamente, a partir do repouso. O QUE ACONTECEU À ENERGIA CINÉTICA QUE O CONJUNTO POSSUÍA ANTES DE SE IMOBILIZAR?

Depois de uma volta em torno do Sol

O FQ+ faz hoje 1 ano. Espero ter Energia e vontade para continuar mais um ano.

TPC – lei Fundamental da Dinâmica, Energia Cinética, Conservação da Energia.

Considera a seguinte figura:

a)      Calcula o valor da força resultante que actuou no automóvel durante a travagem.

b)      Como se chama essa força?

c)       Calcula a energia cinética do automóvel no instante em que começou a travar e no instante em que se imobilizou.

d)      Calcula a variação da energia cinética durante a travagem.

e)      Considera a seguinte afirmação: “No fim quando o automobilista saiu do carro tocou nos pneus e sentiu o calor a fluir para a sua mão”.

Como explicas que os pneus do carro tenham aquecido?

Uma senhora desenrascada. Será que consegue mudar a roda?

Considere a seguinte situação: “o pneu do carro de uma senhora furou-se, e ela, para o substituir, teve grande dificuldade em tirar uma das porcas. Num acto de desespero, após várias tentativas para tirar a porca exercendo força na chave com a mão, a senhora de 600 N de peso, colocou-se de pé em cima da extremidade da chave a 40 cm do centro de rotação.”

a)      A atitude da senhora foi correcta?

b)      Muito perto do local onde o carro se encontrava estava um tubo de ferro, de 40 cm de comprimento, com diâmetro interno ligeiramente superior ao diâmetro externo da chave. Como poderá a senhora utilizar o tubo para conseguir retirar a porca?

c)       Faça os cálculos para o módulo do momento da força aplicado à chave na seguinte situaçÃO: Quando a senhora está em cima da chave e exerce uma força de valor 300 N no tubo acoplado 5 cm na chave.

d)      O que sucederá ao momento da força, aplicado na chave, se a senhora aplicar uma força de 100000 N (UM POUCO EXAGERADO) com a direcção indicada na figura seguinte?

Para uma condução consciente é necessário saber Física!

Ano após ano, no nosso país, o número de acidentes faz das estradas um autêntico palco, onde os intervenientes nunca sabem o que lhes vai acontecer. Penso que esta calamidade social só terminará quando se comece a incluir nos exames de código questões de Física. Não basta insistir em campanhas com a finalidade de alertar os condutores para o excesso de velocidade, é necessário que tomem consciência que o aumento de velocidade não pode ser encarado, linearmente, com a dificuldade em manobrar ou parar o automóvel. Para um veículo se imobilizar, por exemplo numa travagem, a energia cinética terá que se converter em calor e dissipar-se para o exterior (ver o penúltimo post). Mas quando um automobilista aumenta a sua velocidade para o dobro a energia cinética não aumenta para o dobro, mas sim para o quadruplo. O exemplo seguinte é um gráfico que exemplifica essa relação:

Os valores aproximados de 14 m/s e 28 m/s correspondem respectivamente a 50 km/h e 100 km/h. Nas ordenadas estão os valores correspondentes da energia cinética para um carro de 1000 kg. Se um automóvel duplicar o seu valor de velocidade de 50 para 100 quilómetros por hora a variação de energia cinética varia de 96451 J para 385802 J, o que significa que aumentou 4 vezes. Por isso imobilizar um carro a partir de 100 km/h é sinónimo de uma distância de travagem muito maior. Isto significa que a probabilidade de um acidente resultar em mortes, numa colisão com um peão, aumenta mais de 100% quando se aumenta a velocidade de 50 para 100 km/h.